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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Petróleo tem efeitos tóxicos sobre o coração dos peixes


Cientistas estudaram impacto do vazamento no Golfo do México, em 2010.
Substância afeta capacidade das células cardíacas dos peixes. 



Imagens mostram que algumas áreas do sul do estado de Louisiana, nos Estados Unidos, ainda apresentam grande degradação causada pelo vazamento da plataforma de petróleo da companhia BP no Golfo do México, mesmo um ano após o acidente. (Foto: John Moore/Getty Images/AFP)


O petróleo tem efeitos tóxicos sobre o coração dos peixes, provocando uma irregularidade no ritmo cardíaco, segundo um estudo americano sobre o atum do Golfo do México após o vazamento de combustível da BP em 2010.

Cientistas da Universidade de Stanford (Califórnia) e da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA), que estudavam o impacto da maré negra sobre o atum após a explosão da plataforma Deepwater Horizon, descobriram que o petróleo afeta a capacidade das células cardíacas destes peixes de funcionar de modo eficaz.

Desta maneira, bloqueiam os canais de distribuição de potássio nas membranas das células do coração, o que aumenta o tempo entre cada batida. Este mecanismo é similar em todos os vertebrados, incluindo o homem.

Os efeitos negativos do petróleo sobre larvas e jovens peixes já são conhecidos há muito tempo, destacaram os autores dos trabalhos publicados na revista americana Science e apresentados na conferência anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência em Chicago.

'Esta descoberta define mais claramente as ameaças das substâncias químicas derivadas dos combustíveis para os peixes e outras espécies costeiras, assim como para o ecossistema oceânico, com consequências que vão além da maré negra', afirmaram os cientistas, que citam outras fontes de contaminação, como o vazamento de águas pluviais no meio urbano.

Os autores também destacam os riscos - anteriormente subestimados - de algumas substâncias dos combustíveis sobre a fauna e os humanos, especialmente o hidrocarboneto aromático policíclico (HAP), que está presente na poluição do ar em níveis elevados.

O vazamento da British Petroleum após a explosão da plataforma Deepwater Horizon despejou mais de quatro milhões de barris de petróleo no Golfo do México, a maioria durante o período de reprodução do atum vermelho do Atlântico.

Fonte: http://g1.globo.com/natureza/noticia/2014/02/petroleo-tem-efeitos-toxicos-sobre-o-coracao-dos-peixes.html

Filtro de barro brasileiro é o mais eficiente do mundo

Considerado um sistema ‘mais calmo’, ele garante que micro-organismos e sedimentos não passem pelo filtro devido a uma grande pressão exercida pelo fluxo de água.




Nós, brasileiros, temos provavelmente o melhor sistema de filtragem de água nas mãos. Nada de purificadores, torneira de cozinha com filtros, nem galões com água mineral. O melhor mesmo para limpar a água das impurezas é o bom e velho filtro de barro. Segundo pesquisas norte-americanas, os filtros tradicionais de barro com câmara de filtragem de cerâmica são muito eficientes na retenção de cloro, pesticidas, ferro, alumínio, chumbo (95% de retenção) e ainda retém 99% de Criptosporidiose (parasita causador de doenças). Os estudos relacionados ao tema, que foram publicadas no livro The Drinking Water Book, também indicam que esses sistemas de filtro de barro do Brasil, considerados mais eficientes, são baseados na filtragem por gravidade, em que a água lentamente passa pelo filtro e goteja num reservatório inferior. Considerado um sistema ‘mais calmo’, ele garante que micro-organismos e sedimentos não passem pelo filtro devido a uma grande pressão exercida pelo fluxo de água. O processo lento é o que o diferencia dos filtros de forte pressão, que recebem água da torneira ou da tubulação, os quais são prejudicados exatamente pela força da água, o que pode fazer com que micro-organismos, sedimentos ou mesmo elementos químicos, como ferro e chumbo, cheguem ao copo do consumidor. Fonte: http://f5parana.com.br/filtro-de-barro-brasileiro-e-o-mais-eficiente-do-mundo/

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Nova Preocupação Mundial "EBOLA"

Ebola Se contraído, o Ebola é uma das doenças mais mortais que existem. É um vírus altamente infeccioso que pode matar mais de 90% das pessoas que o contraem, causando pânico nas populações infectadas. A organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) tratou centenas de pessoas com a doença e ajudou a conter inúmeras epidemias ameaçadoras. “Eu estava coletando amostras de sangue de pacientes. Nós não tínhamos equipamentos de proteção suficientes e eu desenvolvi os mesmo sintomas”, diz Kiiza Isaac, um enfermeiro ugandense. “No dia 19 de novembro de 2007, recebi a confirmação do laboratório. Eu havia contraído Ebola”. Fatos A primeira vez que o vírus Ebola surgiu foi em 1976, em surtos simultâneos em Nzara, no Sudão, e em Yambuku, na República Democrática do Congo, em uma região situada próximo do Rio Ebola, que dá nome à doença. Morcegos frutívoros são considerados os hospedeiros naturais do vírus Ebola. A taxa de fatalidade do vírus varia entre 25 e 90%, dependendo da cepa. “MSF foi para Bundibugyo e administrou um centro de tratamento. Muitos pacientes receberam cuidados. Graças a Deus, eu sobrevivi. Depois da minha recuperação, me juntei a MSF”, conta Kiiza. Estima-se que, até janeiro de 2013, mais de 1.800 casos de Ebola tenham sido diagnosticados e quase 1.300 mortes registradas. Primeiramente, o vírus Ebola foi associado a um surto de 318 casos de uma doença hemorrágica no Zaire (hoje República Democrática do Congo), em 1976. Dos 318 casos, 280 pessoas morreram rapidamente. No mesmo ano, 284 pessoas no Sudão também foram infectadas com o vírus e 156 morreram. Há cinco espécies do vírus Ebola: Bundibugyo, Costa do Marfim, Reston, Sudão e Zaire, nomes dados a partir dos locais de seus locais de origem. Quatro dessas cinco cepas causaram a doença em humanos. Mesmo que o vírus Reston possa infectar humanos, nenhuma enfermidade ou morte foi relatada. MSF tratou centenas de pessoas afetadas pelo Ebola em Uganda, no Congo, na República Democrática do Congo, no Sudão, no Gabão e na Guiné. Em 2007, MSF conteve completamente uma epidemia de Ebola em Uganda. O que causa o Ebola? O Ebola pode ser contraído tanto de humanos como de animais. O vírus é transmitido por meio do contato com sangue, secreções ou outros fluídos corporais. Agentes de saúde frequentemente são infectados enquanto tratam pacientes com Ebola. Isso pode ocorrer devido ao contato sem o uso de luvas, máscaras ou óculos de proteção apropriados. Em algumas áreas da África, a infecção foi documentada por meio do contato com chimpanzés, gorilas, morcegos frutívoros, macacos, antílopes selvagens e porcos-espinhos contaminados encontrados mortos ou doentes na floresta tropical. Enterros onde as pessoas têm contato direto com o falecido também podem transmitir o vírus, enquanto a transmissão por meio de sêmen infectado pode ocorrer até sete semanas após a recuperação clínica. Ainda não há tratamento ou vacina para o Ebola. Sintomas No início, os sintomas não são específicos, o que dificulta o diagnóstico. A doença é frequentemente caracterizada pelo início repentino de febre, fraqueza, dor muscular, dores de cabeça e inflamação na garganta. Isso é seguido por vômitos, diarreia, coceiras, deficiência nas funções hepáticas e renais e, em alguns casos, sangramento interno e externo. Os sintomas podem aparecer de dois a 21 dias após a exposição ao vírus. Alguns pacientes podem ainda apresentar erupções cutâneas, olhos avermelhados, soluços, dores no peito e dificuldade para respirar e engolir. Diagnóstico Diagnosticar o Ebola é difícil porque os primeiros sintomas, como olhos avermelhados e erupções cutâneas, são comuns. Infecções por Ebola só podem ser diagnosticadas definitivamente em laboratório, após a realização de cinco diferentes testes. Esses testes são de grande risco biológico e devem ser conduzidos sob condições de máxima contenção. O número de transmissões de humano para humano ocorreu devido à falta de vestimentas de proteção. “Agentes de saúde estão, particularmente, suscetíveis a contraírem o vírus, então, durante o tratamento dos pacientes, uma das nossas principais prioridades é treinar a equipe de saúde para reduzir o risco de contaminação pela doença enquanto estão cuidando de pessoas infectadas”, afirma Henry Gray, coordenador de emergência de MSF durante um surto de Ebola em Uganda em 2012. “Nós temos que adotar procedimentos de segurança extremamente rigorosos para garantir que nenhum agente de saúde seja exposto ao vírus, seja por meio de material contaminado por pacientes ou lixo médico infectado com Ebola”. Tratamento Ainda não há tratamento ou vacina específicos para o Ebola. O tratamento padrão para a doença limita-se à terapia de apoio, que consiste em hidratar o paciente, manter seus níveis de oxigênio e pressão sanguínea e tratar quaisquer infecções. Apesar das dificuldades para diagnosticar o Ebola nos estágios iniciais da doença, aqueles que apresentam os sintomas devem ser isolados e os profissionais de saúde pública notificados. A terapia de apoio pode continuar, desde que sejam utilizadas as vestimentas de proteção apropriadas até que amostras do paciente sejam testadas para confirmar a infecção. MSF conteve um surto de Ebola em Uganda em 2012, instalando uma área de controle entorno do centro de tratamento. O fim de um surto de Ebola apenas é declarado oficialmente após o término de 42 dias sem nenhum novo caso confirmado. Fonte Médicos Médicos Sem Fronteira: https://www.msf.org.br/o-que-fazemos/atividades-medicas/ebola?gclid=Cj0KEQjw6pGfBRD09M-TmYTBzqIBEiQAcRzH5_NZIwRAWUwYauSpzJP7MAKp8fKVSuH4Eo59KEG3L5YaAsaQ8P8HAQ

terça-feira, 27 de maio de 2014

Blog Aula 2° Ano B



 No dia 26 de Maio de 2014 foi lançado oficialmente este blog através da 1ª Blog Aula com os Alunos da Escola Eduardo Lima e Silva.
Parabéns a todos nós










sexta-feira, 23 de maio de 2014

Para Alunos do 2°Ano

Ola alunos, assistam este documentário e postem seus comentários, bom video a todos PS. Quando forem fazer comentários não esqueçam de colocar Nome e Turma

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Desmatamento e queimadas na Amazônia geram R$ 50 mi em multas

São R$ 28,4 milhões em multas por desmatamento ilegal de áreas verdes e R$ 22,4 milhões relativos a queimadas, em Rondônia.

Ibama já arrecadou R$ 27 milhões em multa no Estado. Foto: Paulo Diniz/Ibama/RO.
Rondônia aplicou 575 autos de infração em três anos. Foto: Paulo Diniz/ Ibama-RO
PORTO VELHO – A degradação da Floresta Amazônica em Rondônia nos últimos três anos rendeu R$ 50,8 milhões em multas por crimes ambientais. São R$ 28,4 milhões por desmatamento ilegal de áreas verdes e R$ 22,4 milhões relativos a queimadas.
O valor milionário é de multas aplicadas entre 2011 e abril de 2013, conforme dados da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Ambiental (Sedam) que registrou 575 autos de infração no período.
De acordo com a Sedam, as ações para combater os crimes ambientais resumem-se em fiscalizar a floresta e fazer ações de educação ambiental. O órgão também mantém equipes em campo durante todo o ano com monitoramentos por satélite para identificar focos de calor.
Leia mais:
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Ibama
O Instituto Brasileiro dos Recursos Renováveis e Meio Ambiente (Ibama) registrou 109 multas por desmatamento ilegal de janeiro a abril de 2012 e 233 multas no mesmo período de 2013. O aumento é de 105% e se refere somente ao território de Rondônia. O valor total das multas no período cresceu de R$ 12 milhões, no ano passado, para R$ 27 milhões.
Conforme os dados do Ibama, os municípios com maior incidência de registros ambientais em Rondônia são Porto Velho, Nova Mamoré, Cujubim, Machadinho do Oeste, Buritis e Costa Marques. Em todo o ano passado, o órgão embargou mais de 15,3 mil hectares a emitiu 760 autos de infração. O número de notificações resultou em mais de R$ 100 milhões em multas no Estado.


Fonte www.portalamazonia.com.br/editoria/meio-ambiente/desmatamento-e-queimadas-na-amazonia-geram-r-50-mi-em-multas